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sábado, 4 de janeiro de 2014

Lançamento da COLECTÂNEA GALERIA VIEIRA PORTUENSE 2013



 Luís Pedro Viana o responsável pela ilustração da colectânea

 Lourdes dos Anjos autora do prefácio e coordenadora, juntamente com Fernanda Cardoso
Luís Pedro Viana, Lourdes dos Anjos e Fernanda Cardoso

Sessão de Poesia 21-12-3013





 Lourdes Alegria
 Manoel do Marco

 Fernando Morais
 Constância Néry
 La-Salete Sá
 Adolfo Castelbranco
 Fátima Ferreira
 Francisco Ferreira
 António D. Lima
 Luís Pedro Viana
 Maria Regina Bacelar
Bi Rodrigues

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A MINHA HISTÓRIA



A MINHA HISTÓRIA

Gróvios e Límios,
Em território Galético
Foram em esquecidos tempos
Os meus lóios parentes ancestrais.
Oh! As Fadas ou druidas construíram
A lenda do rio Lethes
E não a esqueci.
Agora os doutores de Bolonha,
Compostela e Coimbra me dizem
Que sou Gróvio.
Não renego, nada sei de Viana do Lima,
Desta terra, destas gentes e, por sentimento,
Sou límio por ter nascido aqui.
(Sempre uma voz se levanta!)
Alto! Diz minha irmã: podemos ter parentes
Em Grove, do lado de lá!
De terra em terra com castelos cercados
E batalhas vencidas de Contrasta até Silves
Nasceu Portugal.
Aqui ao norte com estas fundas raízes
Ser Gróvio ou Límio tem nobreza e fidalguia.
Se a história pode ser fantasia
Eu de Moreira de nome,
Com Moreira conquistada
E senhor de valentia
Assim sou de título
Bis-Conde de Moreira
Pela graça das armas
Da poesia.

Moreira – 1 de Novembro de 2013 ( dia de todos os homens santos)
Luís Pedro Viana.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

VENTANIA


VENTANIA

A invernosa ventania bate, com fúria
No toldo do café e verga os corpos
No passeio buscando abrigo
Ao som das velas enfunadas
Pela raivosa natureza que tolhe as carnes frias.
Avança o tempo, tempo da madrugada…
Mas só fica a melancolia da rajada
Que nos leva sem vida para a cova fria.
Que me trás o vento no toldo da esplanada
Se curioso fico quando se esvazia?...
O tlim, tlim dos cabos nos brandais,
Som húmido que acompanha as velas e os estais
Que levam navegantes a portos derradeiros
Para escapar à invernosa ventania.
Agora já não contemplo as profecias,
Vivi este presente num passado já distante
Em águas azuis, douradas ao poente sol e
Nos vermelhos para lá do horizonte.
Assim encanta-me o viver neste monte de idade,
Esquecendo a fúria do vendaval.
Ao procurar no leme a roda da alegria,
Por não ser já participante em causas nobres,
Ao som das vagas no costado, as velas
Levaram-me já para abrigo sem destino
Onde procuro ser menino…
Tu, irmão, faz uso da fúria e da ventania
Porque na melancólica rajada terás o fim daqueles
Que te querem pequenino…
O toldo da esplanada amainou.
Não sinto o som, não oiço nada da invernosa ventania.
Por ser verdade que há outros mares planetários,
Outras vidas, outros ais, releva-me o direito
De tudo não ter feito…
Será que me aceitas?.

Luís Pedro Viana
19 de Janeiro de 2013-01-23
lido por Lourdes Alegria

terça-feira, 19 de novembro de 2013

POESIA NA GALERIA 16 de Novembro

 António D. Lima
 António D. Lima
 Lourdes dos Anjos
 Lourdes dos Anjos 
 Cristina Maya Caetano
 Cristina Maya Caetano
 Irene Costa
 Irene Costa
 Luís Pedro Viana
 Luís Pedro Viana
 Maria Antónia Ribeiro
 Maria Antónia Ribeiro
Acilda Almeida
Acilda Almeida
 Maria Morais de Sá
 Maria Morais de Sá
 Manuela Caldeira
 Manuela Caldeira
 Armando Paraty
 Armando Paraty
 Obra de Sérgio Sá para sorteio
 Maria Regina Bacelar foi a sorteada da sessão