Sempre pelas 17 horas do terceiro Sábado de cada mês, terá lugar, na Galeria Vieira Portuense, a habitual tertúlia de Poesia na Galeria. A entrada é livre.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Lançamento da COLECTÂNEA GALERIA VIEIRA PORTUENSE 2013
Luís Pedro Viana o responsável pela ilustração da colectânea
Lourdes dos Anjos autora do prefácio e coordenadora, juntamente com Fernanda Cardoso
Luís Pedro Viana, Lourdes dos Anjos e Fernanda Cardoso
Sessão de Poesia 21-12-3013
Lourdes Alegria
Manoel do Marco
Fernando Morais
Constância Néry
La-Salete Sá
Adolfo Castelbranco
Fátima Ferreira
Francisco Ferreira
António D. Lima
Luís Pedro Viana
Maria Regina Bacelar
Bi Rodrigues
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
A MINHA HISTÓRIA
A MINHA HISTÓRIA
Gróvios
e Límios,
Em
território Galético
Foram em
esquecidos tempos
Os meus
lóios parentes ancestrais.
Oh! As
Fadas ou druidas construíram
A lenda
do rio Lethes
E não a
esqueci.
Agora os
doutores de Bolonha,
Compostela
e Coimbra me dizem
Que sou
Gróvio.
Não
renego, nada sei de Viana do Lima,
Desta terra,
destas gentes e, por sentimento,
Sou
límio por ter nascido aqui.
(Sempre
uma voz se levanta!)
Alto!
Diz minha irmã: podemos ter parentes
Em
Grove, do lado de lá!
De terra
em terra com castelos cercados
E
batalhas vencidas de Contrasta até Silves
Nasceu
Portugal.
Aqui ao
norte com estas fundas raízes
Ser
Gróvio ou Límio tem nobreza e fidalguia.
Se a
história pode ser fantasia
Eu de
Moreira de nome,
Com
Moreira conquistada
E senhor
de valentia
Assim
sou de título
Bis-Conde
de Moreira
Pela
graça das armas
Da
poesia.
Moreira
– 1 de Novembro de 2013 ( dia de todos os homens santos)
Luís
Pedro Viana.
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
VENTANIA
VENTANIA
A invernosa ventania bate, com
fúria
No toldo do café e verga os corpos
No passeio buscando abrigo
Ao som das velas enfunadas
Pela raivosa natureza que tolhe as
carnes frias.
Avança o tempo, tempo da madrugada…
Mas só fica a melancolia da rajada
Que nos leva sem vida para a cova
fria.
Que me trás o vento no toldo da
esplanada
Se curioso fico quando se
esvazia?...
O tlim, tlim dos cabos nos
brandais,
Som húmido que acompanha as velas e
os estais
Que levam navegantes a portos
derradeiros
Para escapar à invernosa ventania.
Agora já não contemplo as
profecias,
Vivi este presente num passado já
distante
Em águas azuis, douradas ao poente
sol e
Nos vermelhos para lá do horizonte.
Assim encanta-me o viver neste
monte de idade,
Esquecendo a fúria do vendaval.
Ao procurar no leme a roda da
alegria,
Por não ser já participante em
causas nobres,
Ao som das vagas no costado, as
velas
Levaram-me já para abrigo sem
destino
Onde procuro ser menino…
Tu, irmão, faz uso da fúria e da
ventania
Porque na melancólica rajada terás
o fim daqueles
Que te querem pequenino…
O toldo da esplanada amainou.
Não sinto o som, não oiço nada da
invernosa ventania.
Por ser verdade que há outros mares
planetários,
Outras vidas, outros ais, releva-me
o direito
De tudo não ter feito…
Será que me aceitas?.
Luís
Pedro Viana
19 de
Janeiro de 2013-01-23
lido
por Lourdes Alegria
terça-feira, 19 de novembro de 2013
POESIA NA GALERIA 16 de Novembro
António D. Lima
António D. Lima
Lourdes dos Anjos
Lourdes dos Anjos
Cristina Maya Caetano
Cristina Maya Caetano
Irene Costa
Irene Costa
Luís Pedro Viana
Luís Pedro Viana
Maria Antónia Ribeiro
Maria Antónia Ribeiro
Acilda Almeida
Acilda Almeida
Maria Morais de Sá
Maria Morais de Sá
Manuela Caldeira
Manuela Caldeira
Armando Paraty
Armando Paraty
Obra de Sérgio Sá para sorteio
Maria Regina Bacelar foi a sorteada da sessão
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