quarta-feira, 23 de outubro de 2013

APELO



APELO

Quando olho à minha volta
Vejo dor e sofrimento
Vejo rostos magoados
Olhos tristes e cansados
Que são as marcas do tempo

Eu vejo bocas fechadas
Os olhos postos no chão
Caminhando lentamente
Sei que muita dessa gente
Nem sequer ganha p’ra pão

Neste mundo de injustiças
De cidadãos maltratados
Sem forças para lutar
E com a alma a sangrar
Vivem tristes e calados

A saúde, o desemprego
A justiça que não temos
E é tanta a insegurança
Que já perdemos a esperança
O futuro não sabemos

Quero fazer um apelo
A todos os injustiçados
O mundo é de todos nós
Vamos levantar a voz
E nunca ficar calados.

Georgina Pontes
Maria de Fátima Martins

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