quarta-feira, 23 de outubro de 2013

ALVOS DO MEU DESPREZO



ALVOS DO MEU DESPREZO

Escória fedorenta da sociedade,
Autómatos comandados à distância
Por quem sobre eles tem poder
E sobre outros tenta estender
Teia que os anexe também…

São vis e ascorosas criaturas,
Acéfalo arremedo de gente humana,
Políticos balofos e raquíticos,
Balões inflados de gás venenoso,
Raça de doutores predadores,
Vasilhas fedorentas planas de pús,
Odres de água fétida,
Dejectos vivos saídos de ânus morto,
Cadáveres ambulantes,
Pais de filhos sem mãe,
Montanhas de esterco vivo,
Necrófagos ilegais,
Comedores de fezes,
Palhaços capados,
Eunucos falhados,
Filhos de escravos velhos,
Engenheiros calaceiros,
Antropoides desenterrados,
Capachos esfarrapados,
Odres de sangue podre,
Serpentes coleantes,
Porcos repelentes,
Espantalhos senis,
Mutantes sem saliva…

- Merda viva!

Manoel do Marco

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